quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Da escrita manual para escrita digital. O que muda?


Diante desse contexto, marcado por inúmeras transformações, as práticas curriculares escolares entram em pauta com um dos mais importantes aspectos a serem discutidos em torno da escola “leitura e escrita”.
Refletir sobre o papel da leitura e da escrita nas escolas é construir compreensão global de que a leitura é uma prática social que envolve atitudes, gestos e habilidades que são mobilizados pelo leitor.
Segundo Richard ( 1.988.p.10 ), a leitura é um dos meios eficazes de desenvolvimento sistemático da linguagem e da personalidade. Trabalhar com a linguagem é trabalhar com o homem.
Por outro lado, inserir-se nas práticas sociais próprias à cultura escrita implica comportamentos, procedimentos e destrezas típicas de que vivem no mundo da leitura.
Toda essa realidade não são vivenciadas por nossos educandos, que cada vez mais se distanciam da prática correta da leitura e da escrita, usando símbolos, gestos e abreviações incorretas de ler e escrever palavras.
A escrita digital possibilita seus usuários a utilizaras mais diversas e variadas ferramentas, o que possibilitou seus navegadores em interagir de forma rápida e global.
Porém, todas essas ferramentas disponíveis no mundo tecnológico, não exige de seus usuários a forma correta na escrita nos diálogos, distanciando cada vez mais seus internautas no uso do português correto. Um exemplo claro disso são os ORKUTS, FACE BOOK e E-MAILS.
Portanto, nossos alunos devem ser conscientes de que no mundo virtual é permitido o uso incorreto de palavras, porém na manuscrita isso não é permitido, principalmente em vestibulares e em concursos, onde uso correto da linguagem culta é indispensável.